sábado, 18 de outubro de 2008

Trabalhando com semelhança de triângulos


Atualmente leciono no Colégio Estadual Profª Elisabeth Chaves Veloso e ministro aula na 8ªC, 1º A e B, 2ºA e 3ºA do turno vespertino.

Depois de todas as aulas teóricas sobre semelhanças de triângulos na 8ª série, achei que precisava contextualizar o conteúdo.

Lancei o desafio aos alunos para medir a altura da parede da sala de aula, a altura do mastro da bendeira, a altura da cesta de basquete e a altura do prédio da escola.

Eles ficaram surpresos e não entendiam como, porém expliquei para eles que seria o principio do teodolito. Foi muito gratificante a experiências, os alunos aprenderam e entenderam o sentido da tarefa.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Quem foi Pitágoras?


Pitágoras é considerado um misterioso filósofo grego, tão envolto em enigmas e mistérios que muitos até mesmo duvidam de sua existência. Não deixou nenhum texto escrito de próprio punho, nem ao menos a lápide de um túmulo que pudesse dar pistas das datas de seu nascimento e morte.
Para alguns historiadores, ele teria nascido por volta de 570 a.C., na ilha de Samos, na região de Jônia, no norte da Grécia. Muito pouco se sabe sobre sua educação. Há quem afirme que ele teria sido discípulo de Tales, a conselho de quem viajou ao Egito e, provavelmente, foi até a Babilônia.
Após diversas viagens, estabeleceu-se em Crotona, ilha grega situada ao sul da Itália, onde se tornou um famoso filosofo lotando auditórios com cidadãos da mais alta sociedade para ouvi-lo.
Em Crotona, Pitágoras criou a famosa escola pitagórica. Os pitagóricos - em sua maioria, provenientes da aristocracia - formavam uma sociedade esotérica, cujo emblema era o pentágono estrelado, acima mencionado. Os membros dessa sociedade possuíam os mesmos dogmas filosóficos, seus bens terrenos pertenciam à sociedade e não ao indivíduo. Comprometiam-se à severa obediência e faziam um juramento de jamais revelar um segredo.
Ainda segundo Karlson: "A palavra 'matemático' possuía então, sobretudo na época de Pitágoras, um sentido bem diverso e tinha outra importância da que hoje tem. A Matemática formava parte integrante daquela estranha filosofia que os pitagóricos não só pregavam mas também viviam. [...] Tinham a crença na reencarnação da alma. Mais importante, porém, e decisivo por longos períodos foi sua fé inabalável na harmonia interna do mundo - uma harmonia que os pitagóricos julgavam reencontrar e poder expressar em relações matemáticas".